Sem cabresto: modelo adotado por JHC dá mais segurança política aos vereadores de Alagoas

30 de abril de 2026 às 11:50
Política

Foto: Reprodução/Instagram

Por Redação 

Durante muito tempo, em várias cidades do interior, vereador não escolhia livremente em quem votar para governador. A decisão, quase sempre, passava antes pelo crivo do prefeito. Era o chamado “cabresto” político, uma prática silenciosa que condicionava posicionamentos por medo de retaliações administrativas.

Esse cenário ainda é realidade em alguns municípios. Há vereadores que admitem, nos bastidores, que não têm autonomia para declarar apoio a candidatos estaduais sem medir as consequências locais. O mandato, muitas vezes, fica preso a uma lógica de dependência que vai além da atuação na Câmara.

Em Maceió, porém, esse comportamento começou a ser revisto na gestão de JHC. Vereadores relatam que passaram a ter espaço para exercer o mandato sem a pressão constante de alinhamentos políticos impostos. A relação com o Executivo deixou de ser baseada em controle e passou a ser construída no diálogo.

Essa mudança alterou a postura de muitos parlamentares. Sem a necessidade de seguir orientações por receio, passaram a se posicionar com mais segurança, inclusive em temas que extrapolam o debate municipal. A liberdade política deixou de ser discurso e passou a fazer parte da rotina.

Nos corredores da Câmara, é comum ouvir que o ambiente atual permite ao vereador decidir por conta própria, sem a sombra de ameaças veladas. Isso influencia diretamente na forma como cada um se coloca diante das disputas estaduais e dos projetos políticos que envolvem Alagoas como um todo.

A forma como JHC conduz a relação institucional é apontada como o ponto central dessa transformação. Ao abrir espaço e respeitar o papel do Legislativo, criou um clima onde o parlamentar entende que pode atuar sem depender de permissões políticas. 

A experiência vivida em Maceió tem feito vereadores de toda Alagoas refletirem sobre o que pode acontecer em uma escala maior. A avaliação é de que, se eleito governador em 2026, JHC pode ampliar esse modelo de relação para câmaras municipais de todo o estado e tornar um Estado avançado e acessível para todos.