Fleming inicia campanha ao Senado com força nas redes e diálogo com comunidades ribeirinhas e a juventude alagoana
Assessoria
Alexandre Fleming deu início oficial à sua campanha ao Senado com presença forte nas redes sociais, linguagem moderna e criatividade. No primeiro dia de campanha, participou do Ocupa Jaraguá, no bairro histórico de Maceió, onde conversou com jovens, trabalhadores, artistas e representantes de diferentes setores da sociedade alagoana.
No domingo à tarde, a agenda de campanha seguiu com uma caminhada pelo bairro do Vergel do Lago, à beira da Lagoa Mundaú. Fleming conversou com moradores ribeirinhos, em sua maioria mulheres trabalhadoras ligadas ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), em um encontro marcado por diálogo direto com as famílias da região.
A recepção calorosa nesses primeiros dias de campanha confirmou a facilidade de Fleming em circular entre a juventude, os setores da comunidade LGBTQIAPN+, as comunidades ribeirinhas e os mais variados segmentos da população. O acolhimento reforça uma percepção que já vinha crescendo desde a pré-campanha, a de que Fleming se firma como a opção de quem quer manter vivas as bandeiras históricas da esquerda alagoana.
Ainda na pré-campanha, Fleming demarcou esse espaço político e passou a ser reconhecido por lideranças, intelectuais, jornalistas e veículos de comunicação como um nome preparado para o debate estadual. Esse reconhecimento agora se estende a universitários, jovens, trabalhadores e moradores de bairros populares que veem em sua candidatura a única voz declaradamente de esquerda na disputa pelo Senado em Alagoas.
Candidato pela UP, Fleming vem recebendo manifestações de apoio de militantes e simpatizantes de outros partidos interessados em destinar ao menos um dos dois votos ao Senado a uma candidatura de esquerda. Mesmo entre eleitores que pretendem votar, por pragmatismo, em uma candidatura associada ao governo Lula, cresce a disposição de entregar o segundo voto a Fleming.
Assim, a candidatura começa a reunir diferentes correntes políticas e movimentos sociais, como o MLB, em torno de um objetivo comum, o de garantir uma representação popular, independente e comprometida com as lutas sociais no Senado.
Professor e jornalista, Fleming conduz um debate claro e didático, expondo as contradições históricas de Alagoas e as desigualdades estruturais que ainda marcam o estado. Em entrevistas, debates, redes sociais e no contato direto com a população, como na caminhada pelo Vergel do Lago, ele demonstra conhecimento aprofundado da realidade alagoana, apresenta dados e números, resgata momentos importantes da memória política e eleitoral do estado e denuncia o funcionamento das oligarquias, que se apresentam como adversárias em público mas frequentemente se articulam para preservar o controle político e econômico.
Aos 49 anos, Fleming chega mais maduro e com sólida formação política e intelectual. Fala de forma clara e racional, sem recorrer a ataques gratuitos ou personalistas, e concentra sua atuação na apresentação de propostas e caminhos possíveis para a construção de uma nova Alagoas.
Em 2012, Fleming surpreendeu ao conquistar mais de 20 mil votos na disputa pela Prefeitura de Maceió, uma votação proporcional de 5,13%, que segue entre as maiores obtidas pela esquerda na capital nas últimas duas décadas. Em 2026, ele se apresenta como uma realidade política consolidada, capaz de reunir grupos, movimentos sociais, militantes e setores de diferentes partidos em defesa do campo da esquerda.
Com o mote "É tempo de vencer as oligarquias", Fleming defende o fim da escala 6 por 1, a taxação dos super-ricos, a criminalização da misoginia, a valorização da educação e dos serviços públicos, a geração de emprego e renda, a ampliação dos direitos da classe trabalhadora, a igualdade racial e os direitos da comunidade LGBTQIAPN+, dos povos indígenas e quilombolas.
Diante de seis candidaturas vinculadas, em diferentes graus, às estruturas tradicionais de poder, Fleming apresenta a disputa como "seis contra um". De um lado, as velhas oligarquias e seus representantes. Do outro, uma candidatura popular, criativa e independente, que ocupa espaço cada vez maior no debate político alagoano, dos bairros centrais às comunidades ribeirinhas às margens da Mundaú.
Mais experiente e preparado, Fleming deixou de ser apenas uma possível surpresa eleitoral. Antes mesmo da abertura das urnas, sua candidatura ao Senado já cumpre um papel decisivo, o de reorganizar o campo da esquerda, recuperar suas bandeiras históricas e oferecer ao povo alagoano uma alternativa concreta às velhas oligarquias.