Por que JHC é considerado o maior prefeito da história de Maceió?
Redação
Quando a população começa a sentir orgulho da própria cidade, alguma coisa mudou de verdade. E foi exatamente isso que aconteceu em Maceió nos últimos anos. Para muita gente, JHC não foi apenas mais um prefeito que entregou obras. Ele foi o gestor que mudou a forma de cuidar da capital, transformando problemas antigos em soluções concretas e devolvendo ao maceioense a sensação de pertencimento à cidade.
A marca da gestão aparece em toda parte. Está nas ruas mais organizadas, nas praças cheias novamente, no cuidado com áreas que durante muitos anos ficaram esquecidas pelo poder público e no olhar atento e zeloso para cada canto da cidade. Mais do que asfalto, concreto ou grandes inaugurações, o que fez a diferença foi a forma como essas mudanças passaram a impactar diretamente a vida das pessoas.
Maceió voltou a ser uma cidade vivida. Crianças voltaram a brincar nas praças, famílias passaram a ocupar espaços públicos com mais tranquilidade, jovens circulam com mais segurança e moradores de bairros antes esquecidos pelo poder público hoje são membros orgulhosos de sua cidade e a enxergam cada vez mais próxima.
O que muitos veem na gestão JHC não é apenas um conjunto de obras, mas uma transformação que mexeu com a autoestima da população. Hoje, o maceioense voltou a sentir orgulho de dizer que é de Maceió.
Ao longo dos últimos anos, a capital alagoana passou por um ciclo de intervenções que alcança áreas estratégicas como educação, mobilidade urbana, sustentabilidade e inclusão social. Em todos os bairros da capital alagoana é fácil ver os jovens uniformizados, indo à escola com bolsas nas costas e sonhos que vão além da sala de aula.
O programa Gigantinhos, inovador e referência em todo o Brasil, idealizado e executado com excelência na gestão JHC, promoveu uma expansão significativa na oferta de vagas em creches, saindo de cerca de 9 mil, em 2020, para aproximadamente 22 mil em 2026, um crescimento superior a 100%.
Mais do que números, o projeto introduz um novo padrão de qualidade, com unidades climatizadas, ensino em tempo integral, alimentação completa e, em alguns casos, educação bilíngue desde a primeira infância. O modelo tem chamado atenção de outras cidades brasileiras e já é visto como referência nacional, evidenciando a capacidade de inovação da política educacional implementada no município.
Na infraestrutura, os avanços também são expressivos. A gestão já soma 900 ruas pavimentadas, totalizando 264 quilômetros de vias requalificadas, com investimentos que ultrapassam R$ 1,1 bilhão. Apenas no Litoral Norte, mais de 200 mil pessoas foram diretamente beneficiadas com obras que incluíram pavimentação, drenagem e saneamento, retirando comunidades históricas do isolamento.
Projetos estruturantes como a Rota do Mar e a Linha Verde ampliaram a mobilidade urbana, reduziram o tempo de deslocamento e criaram novas conexões entre bairros, impactando diretamente a dinâmica econômica da cidade, bem como a ampliação da Avenida Durval de Góes Monteiro e a construção da Avenida Alice Caroline, melhorando o fluxo para veículos motores e não motores na parte alta da cidade.
Na segurança, outro passo importante foi dado com a realização de concurso para a Guarda Civil Municipal, ampliando o efetivo e reforçando a presença nas ruas, o que contribui diretamente para a sensação de segurança da população.
Na saúde, os avanços também ganharam destaque. O programa Saúde da Gente levou atendimento itinerante para diversos bairros, aproximando serviços básicos da população, especialmente em áreas mais vulneráveis. Já a construção do Hospital da Cidade representa um salto estrutural na rede municipal, ampliando a capacidade de atendimento e reduzindo a pressão sobre outras unidades de saúde. São investimentos que impactam diretamente quem mais precisa do serviço público.
Destaque também é a modernização da iluminação pública. Maceió saiu de cerca de 16% para quase 75% do parque de iluminação em LED, com mais de 50 mil pontos instalados. A mudança vai além da eficiência energética: influencia diretamente na segurança urbana, na ocupação dos espaços públicos e na qualidade de vida, especialmente em áreas periféricas e regiões antes negligenciadas pelo poder público. Além disso, Maceió tornou-se a primeira capital do país a ter um projeto contínuo de ordenamento de fios urbanos.
No campo da sustentabilidade e inclusão social, iniciativas como o programa Ecoleta reforçam uma abordagem integrada de gestão. Ao substituir carroças por triciclos elétricos, o projeto promove não apenas a proteção animal, mas também a formalização e geração de renda para trabalhadores historicamente marginalizados. A ampliação de ecopontos e o incentivo ao descarte correto de resíduos completam uma política ambiental que dialoga com desenvolvimento urbano e responsabilidade social.
A gestão também avança em áreas inovadoras, como a causa animal, com a implantação do maior hospital público veterinário do Nordeste. O equipamento, com cerca de 5 mil metros quadrados, oferecerá atendimento gratuito para animais de rua e de tutores de baixa renda, ampliando o acesso a serviços essenciais e incorporando novas demandas da sociedade contemporânea à agenda pública.
Mais do que a soma de obras e programas, o conjunto dessas ações revela um modelo de gestão que busca impactar diretamente a vida das pessoas. Ao ampliar o acesso a direitos básicos, melhorar a infraestrutura urbana e investir em políticas públicas inclusivas, a administração municipal contribui para elevar a autoestima da população e ressignificar a relação dos cidadãos com a cidade.
É nesse contexto que a gestão JHC passa a ser apontada por aliados e grande parte da opinião pública como a mais relevante da história de Maceió. Sustentada por números expressivos e pela diversificação das políticas implementadas, a administração se consolida como um exemplo de capacidade de execução e de foco em resultados, com impactos perceptíveis no presente e potencial de legado no futuro.